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Mostrando postagens com marcador Caleb Henrique. Mostrar todas as postagens
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23 janeiro 2013

Diário de Bordo #12




Olá, viajantes.
Como tem passado? Então, vou ser breve: O escrito de hoje é forte, talvez o mais forte que eu já tenha escrito, então, se não se sentir a vontade pode abandonar a leitura sem culpa e dizer que o fez nos comentários (opiniões sinceras são muito importantes, então... Vamos lá?

TESTE


16 janeiro 2013

Meme: Complete as frases



Olá, Viajantes.
Estou morrendo de saudades de vocês, sério. O trabalho ainda está um pouco corrido, mas logo menos volto a postar com mais frequência. Minha primeira resenha em vídeo já está quase pronta, mas confesso que deu um trabalhão imenso. Se eu chegasse a fazer um making-off mataria vocês de rir, just saying. Enfim, não sou grande fã de memes, mas achei esse legal. Para os que não me conhecem tão bem, essa é uma boa pedida. Enfim, chega de conversa fiada, não é? Conheçam um pouco mais de mim:

Pode rir, eu deixo.
SOU MUITO intenso. Considero uma benção e uma maldição e por vezes concordo com um amigo que recentemente me disse: “Os extremos nem sempre são bons, veja a corda do violão, por exemplo, quando esticada demais não faz som, quando afrouxada de menos também não. É necessário saber dosar”. O lado bom é que coisas bobas me deixam muito, mas muito feliz.

EU NÃO SUPORTO falsidade. Acho que é uma das piores — se não a pior — característica de um ser humano.

EU NUNCA tomo banho descalço. É uma mania estranha, mas só de imaginar fico aflito.

EU JÁ QUEBREI o braço esquerdo, aos nove anos. Fazendo traquinagem.

QUANDO CRIANÇA EU era um pestinha. Tenho dó da minha mãe, sério.

03 janeiro 2013

Diário de Bordo #11



Olá, Viajantes. Como passaram o révellion?
Tenho alguns textos e um conto curto prontos e depois de muito pensar sobre qual mostrar primeiro optei por um que é, na verdade, um relato bastante pessoal já que constantemente sofro com crises hepáticas, causadas por nada mais nada menos que excesso de gordura no fígado, o que me leva a refletir que até nisso sou do contra, tendo em vista que no meu caso “O que mata, também engorda”. Então, em meio a uma dessas malditas crises, escrevi isso na janelinha de mensagens do facebook enquanto conversava com uma amiga e, com toda modéstia do mundo, gostei um pouco e resolvi salvar. Enfim, a introdução está ficando maior que o texto em si, então... LET’S READ!



Divagações entre crises hepáticas

Hoje me sinto poderoso. Que engraçadas são as pequenas coisas, não? Sinto que tenho o destino da minha vida em mãos, o que não é de todo mentira. Sinto-me forte por poder optar entre destruí-la ou deixá-la em paz. Consegue compreender?
 
Tenho um chocolate no bolso esquerdo da calça. Sim, um chocolate simples. Um Sonho de Valsa para ser mais exato. Ele talvez seja meu último. A última vez que o açúcar e o cacau diluídos me descem a garganta. E fico me perguntando "Se ele for mesmo o último; Atrevo-me a saboreá-lo ou continuo vivendo?" e opto por deixá-lo aqui, juntinho a mim, como um inimigo invisível. Só para continuar me sentindo assim, dono de minha própria vida.
 
Não o comerei; Isto é certo. Não hoje, ao menos. Que sei eu para falar sobre o amanhã?
 
Sim, farei isso. Uma piada interna: Ter o meu inimigo no bolso, tocá-lo, mas não dar-lhe o doce gosto da vitória; ou será que o contrário? Sim, até faz mais sentido agora que paro para pensar. Portanto, refaço minha última sentença: "Ter o meu inimigo no bolso, tocá-lo, mas não dar-me o doce gosto da derrota".

Caleb Henrique


Então, é isso. Espero que não tenham sorrido demaiMENTIRA! Podem rir à vontade. Mas e então, vamos conversar um pouco? O que têm lido? O que querem ler? Já estão fartos dos meus textos nonsense? Alguma sugestão para o blog? Para o blogueiro? Haha. Sei lá, me falem o que quiserem. Acho uma delícia conversar com vocês! E não falo isso da boca pra fora.

Assim me despeço, com a promessa de voltar.

31 dezembro 2012

Retrospectiva Literária 2012



Última postagem do ano... PUXA VIDA!
Há anos o blog Pensamento Tangencial reúne blogs para fazerem suas próprias Retrospectivas Literárias, que podem ser mostradas através de imagens, textos, vídeos ou como cada um preferir. Optei pela terceira opção, que vocês podem conferir logo abaixo:


2012 foi um ano incrível para mim; e eu tinha muita coisa que agradecer e mostrar, muitas mesmo. Autógrafos, respostas e e-mails de escritores unicamente especiais para mim são algumas delas. Porém, eu vou viajar hoje. Passar réveillon na praia com o pessoal, ao som do velho e bom Paralamas do Sucesso. Mas deixo a promessa de fazer um post especial em 2013 e mostrar tudo (podem cobrar!).

Enfim, meu muito obrigado por todas as visitas e pelo apoio que me deram durante esses seis meses. E adianto que em 2013 teremos algumas novidades por aqui (cruzem os dedos e torçam por mim, sim?). Que o ano vindouro seja grande para todos nós, Viajantes Literários. Que compremos, ganhemos e principalmente leiamos muitos e muitos livros, principalmente. Mas que também haja paz, saúde, prosperidades e muitas conquistas em nossas vidas pessoais, acadêmicas e profissionais.

FELIZ ANO NOVO!

E assim me despeço, com a promessa de voltar.

25 dezembro 2012

Diário de Bordo #10


Puxa vida! O ano passou voando, JÁ É NATAL! Mais uma semana e tudo começa outra vez. Enfim, o Diário de Bordo dessa semana seria um texto curto e pessoal, mas como o post cairia justamente no dia de natal, resolvi caprichar um pouco. Não acho que já tenha contado aqui, mas após ler "A Pequena Vendedora de Fósforos" (que por sinal possui um lindo curta-metragem), quando criança, fui tomado por uma tristeza imensa que passou a me acompanhar em todos os natais consecutivos. Então meu conto de hoje é justamente inspirado nisso. Estão preparados?

DEAR SANTA

Coloquei o livro cuidadosamente sob a mesinha de cabeceira com um aperto no coração e beirando às lágrimas carinhosamente corri a mão pela capa, como se assim pudesse fazer um afago na garotinha da história. Na capa podia-se ler “Contos de Andersen” em uma bela tipografia dourada. Havia acabado de ler A Pequena Vendedora de Fósforos e, por pura coincidência, faltava pouco mais de uma semana para o natal. Pensei nas crianças de uma comunidade próxima e em como seriam seus natais. Será que alguma delas passaria pelo mesmo que a garotinha? Em meio a essas dúvidas fui tomado por uma súbita vontade de fazer algo. Então abri a gaveta, peguei o pouco dinheiro que tinha guardado e saí guiado por meu coração. Não sabia onde estava indo, mas não parava de caminhar. Estava prestes a atravessar a rua quando ouvi uma buzina ensurdecedora e percebi que havia me esquecido de conferir se o sinal estava aberto. Estava. Enquanto esperava, corri com os olhos os conhecidos prédios comerciais e, talvez pela primeira vez na vida, prestei atenção em um cartaz colado na parede do velho prédio dos Correios, onde se lia: “Seja um Papai Noel, adote uma cartinha!”. O semáforo enrubesceu. Atravessei a rua, caminhei até lá e pensei “Por que não?”.

Entrei no prédio, me informei com uma atendente sobre o projeto e expressei meu desejo de fazer algo por uma daquelas crianças. Fui automaticamente retribuído por um sorriso sincero dela que me pediu para aguardar um momento enquanto ia buscar uma cartinha. Não demorou muito e ela estava de volta com a cartinha em mãos. “Uma garotinha trouxe essa cartinha há pouco mais de uma hora. Eu mesma ia adotá-la, mas algo me pediu para entregá-la a você.” disse com um meio sorriso, como se ainda estivesse pesando se fez ou não o certo ao me dar a carta da garotinha. Pensei em devolver, dizer que não tinha problema e eu aceitaria qualquer outra, mas não consegui conter a curiosidade de saber o que aquelas letrinhas pequenas, tremidas e em alguns pontos enladeiradas pediam. A carta dizia:


“Querido papai Noel,


A mamãe diz que você não existe. Que não passa de uma história que os pais de crianças ricas inventaram para dar presentes escondidos no Natal. Mas eu não acredito. Por favor, não leve a sério o que ela diz. Ela trabalha muito e está sempre se esforçando. Quando eu choro ela diz que a vida é difícil e que só está tentando me proteger, por isso ela não me deixa ajudar no trabalho e me manda para a escola. Diz que não quer que eu tenha uma vida igual à dela. Que quer que eu seja alguém. Mas eu sempre digo que ela é alguém. Ela é tudo o que eu tenho e é triste vê-la chorando escondida quando não consigo dormir. Todo ano ela me diz que vai tentar preparar uma ceia de natal para nós duas, parecida com aquelas das novelas, sabe? Com peru e tudo mais, porque diz que sempre sonhou com uma ceia daquelas na infância, mas agradecia por ter qualquer coisa para comer com os irmãos. Então, Papai Noel, escrevo essa carta por ela. Por que meu melhor presente seria ver um sorriso no rosto da minha mamãe. O senhor viu que fui uma garota obediente e tirei notas boas, não viu?

Beijos da Suzana.”


O aperto em meu coração crescia e eu quis dar o melhor natal que aquela criancinha pudesse ter. Olhei para a atendente, que usava um gorrinho e me olhava apreensiva e disse “Será uma honra adotar a carta dessa pequena e singular criança”, ela sorriu novamente. Saí com a carta em mãos dizendo que logo voltaria com o presente. Fui ao supermercado mais próximo e comprei o máximo de gostosuras que pude e, claro, o Peru e pedi que empacotassem em uma cesta. Antes de voltar até a agência dos correios passei em uma loja de brinquedos e comprei a boneca mais bonita e um exemplar dos Contos de Andersen, onde pus um bilhete desejando que aqueles contos pudessem tocar seu coraçãozinho da mesma forma que sempre tocaram o meu. Também comprei alguns carrinhos, bolas e mais algumas bonecas para presentear às crianças da comunidade próxima. Ao entrar novamente pela porta dos correios fui outra vez recebido pelo sorriso aberto daquela atendente. Entreguei a cesta e o pacote com a boneca e o livro, dizendo que ela também merecia um natal feliz. Expliquei que comprei alguns presentes para as crianças do bairro próximo ao que ela sorriu encantada e me elogiou pela iniciativa. Ficamos papeando por alguns minutos e descobri que ela era voluntária todos os natais, porque não havia recompensa maior do que ver as crianças sorrindo ao receber seus presentes e que sonhava com o ano em que conseguiriam atender a todas as cartinhas. A atitude dela me encantou e eu perguntei se também poderia a ajudar nas entregas. Ela abriu um sorriso de orelha a orelha dizendo que seria ótimo e senti meu coração aquecer. Chamou o supervisor e explicou minha vontade. Anotaram meu nome, celular e disseram que me ligariam em breve. Despedi-me e caminhei até minha casa com uma felicidade ímpar.

Alguns dias se passaram sem que eu fosse contatado por ninguém. Talvez não fossem precisar da minha ajuda, afinal. Eu mesmo entregaria os presentes às crianças próximas, se fosse o caso.

Faltavam três dias para o natal quando um número desconhecido ligou, atendi e fui surpreendido pela voz da atendente que me entregou a carta. Ela estava animada e tagarelou um pouco sobre como ia ser legal. Marcaram de vir me buscar às 17h da véspera de natal e me trariam uma fantasia de duende, o que ela me contou entre risadas, dizendo que também precisaria usar uma.

No dia e hora marcada, bateram em minha porta. Deparei-me com a Mamãe Noel mais instigante que já vi em toda minha vida, porém, com os lábios franzidos ao invés do habitual sorriso escancarado; Perguntou se podia entrar ao que eu rapidamente assenti; Pedi que sentasse para me explicar o que havia acontecido. “O nosso papai Noel sofreu um acidente e não temos mais ninguém para substituí-lo. Seria muito abuso pedir para você assumir o lugar dele?”. O pedido me pegou de surpresa, tendo em vista que eu sempre fui muito tímido, mas eu sabia que não podia deixá-la na mão agora e com um menear perplexo de cabeça assenti. Os olhos dela brilharam e antes que pudesse perceber estava sendo abraçado ao som de muitos “Obrigada”. Depois de muito enchimento improvisado a roupa serviu. Fiz alguns movimentos para testar, afinal, seria uma completa desilusão para as crianças ver o Papai Noel desmontando-se como uma farsa completa e improvisei alguns “HoHoHo’s” que ela calorosamente aplaudiu. Pintou-me e colocou o bigode e a barba nos seus devidos lugares. Mesmo com todo nervosismo estávamos prontos.

Passamos primeiro na comunidade próxima, onde fomos recebidos por sorrisos de alegrias tão sinceros que não encontro palavra justa o suficiente para descrever o quão gratificante eles foram. Foi assim a cada bairro e cada criança. Meu coração estava aquecido, mais do que já estivera em toda a vida. Eu finalmente entendi o que a atendente quis dizer quando descreveu a sensação de se voluntariar e receber esses sorrisos como pagamento. Mais um pouco e estaríamos na última casa, é, a da garotinha que rogou pela mãe. Eu estava particularmente nervoso com aquele último presente. Qual seria a reação daquela garotinha tão única e o que pensaria à mãe? Era hora de descobrir, pois o motorista acabara de frear em frente à pequena casinha de pintura descascada. Descemos e batemos à porta. Fomos recebidos por uma mulher de roupas gastas e expressão desconfiada e uma pequena garotinha de olhos curiosos agarrada em sua saia. A garotinha pulou ao me ver e seus olhos pareciam estrelas com a intensidade daquele brilho. Abri um sorriso e soltei um sonoro “HoHoHo!”, ela saiu de trás da mãe e veio até mim. “Então você é a pequena Suzana, certo? Você foi uma garota bem comportada esse ano, não foi mamãe?” disse. A mulher assentiu desnorteada e ainda incrédula. “Por isso eu não podia deixar de atender seu pedido.” e ao dizer isso peguei a cesta recheada e me dirigi à mulher a quem entreguei dizendo “Parabéns, você tem uma filha de coração e espírito enormes”, ela olhou para a filha com um semblante orgulhoso e abriu um sorriso que logo deu lugar a lágrimas de alegria. Se abraçaram e a pequena menina disse “Viu, mamãe? Eu disse que ele existia!” e eu quis correr até lá e abraça-la, mas não seria propício. A jovem ao meu lado deve ter sentido o mesmo impulso, pois tinha olhos marejados. “Suzana?” eu disse numa voz polida. Ela me olhou com um sorriso. “Por ser uma garota tão boa e pensar nos outros antes de si mesma, eu tenho mais uma coisa para você.” e entreguei o embrulho com a boneca e o livro. Ela os largou cuidadosamente ao lado da cesta e caminhou em minha direção de braços abertos. Puxei-a num abraço e ela sussurrou em meu ouvido: “Obrigada, Papai Noel. Eu sabia que você viria”. Coloquei-a no chão e ela foi em direção à mamãe Noel dizendo “Você é ainda mais bonita que nos meus sonhos, mamãe Noel. O Papai Noel é um senhor de muita sorte” e também a abraçou. Era hora de ir. Entramos na “Van Trenó” e me despedi com um “HoHoHo! Feliz Natal!”. Por fim, nos deixamos cair num dos bancos, exaustos, porém de corações aquecidos e comentamos animados sobre a carinha das crianças e a singular história da menina de coração grande. Antes que eu pudesse perceber estávamos parados em frente à porta da minha casa. Era hora de me despedir e voltar a minha solitária realidade. “Bom, obrigado por essa experiência única” foi o que consegui dizer. Estava um pouco triste por já ter acabado quando ainda existiam tantas outras crianças sem natal por aí. “Divirtam-se com suas famílias e deliciem-se com a merecida ceia” me preparei para sair, mas parei ao ouvi-la dizer: “Você ficou ótimo de Papai Noel. Obrigada por um dos natais mais divertidos de que consigo me lembrar”. “Puxa vida! Você foi a Mamãe Noel mais instigante de todas. Eu quem agradeço” e me surpreendi ao dizer “Espero poder esbarrar em você em alguma outra oportunidade”, ao que ela retribuiu com um sorriso e disse “Sei que você provavelmente vai se atrasar para sua comemoração, mas eu não pediria se não fosse urgente. Posso usar seu banheiro?” ficou ruborizada e deu uma risada nervosa. “Não se preocupe. Eu vou passar o Natal sozinho, de qualquer forma.” falei num suspiro. “Você também?” ela respondeu surpresa. “Pois é.”. Descemos do carro e percebi que o motorista parecia apressado e exausto. Então disse “Pode ir em frente amigão, eu levo ela para casa. Tenha um feliz natal com sua família.” Ele sorriu, mas hesitou um pouco e olhou para a jovem ao meu lado, que assentiu e disse que ele podia ir tranquilo, mas antes correu até ele e agradeceu com um abraço. E rapidamente ele partiu rumo a sua esposa e filhos.

Caminhamos em direção à porta e eu me atrevi a perguntar se ela não gostaria de ficar e cear comigo. Ela sorriu e disse que seria ótimo ter companhia no Natal, para variar. Abri a porta e a esperei passar, o que ela estava fazendo quando parou de súbito e olhou para cima intrigada. “Algo errado?” perguntei. “Não, nada errado.” ela disse tão baixo que soou quase como um sussurro. “É que eu nunca tinha visto um visco na noite de natal” olhei para cima e ao baixar os olhos percebi que ela me encarava ruborizada. E ali,  enquanto nossos rostos se aproximavam e os lábios se uniam eu só conseguia pensar: “Obrigado, Papai Noel. Eu sabia que você viria”.



Caleb Henrique

Espero que eu tenha conseguido passar a mensagem que tinha em mente, então, por favor, me deixem saber o que acharam, sim? Aproveitem e me falem curiosidades, façam perguntas ou me contem sobre o livro que estão lendo no momento. É uma delícia responder os comentários de vocês.
Feliz Natal, Viajantes!

E assim me despeço, com a promessa de voltar.
Caleb Henrique - Viajante Literário

21 dezembro 2012

Seis!



Olá, Viajantes.
Hoje fazem exatos seis meses desde que o Viajante Literário entrou no ar e eu gravei uma pequena mensagem de (entre devaneios) agradecimento:



Para os que não conseguirem assistir o vídeo, eu disse mais ou menos isso:

É difícil acreditar que já se passaram quase 365 dias desde que fiz meus votos e planos para 2012. Como faço todos os anos, pedi: Que a vida me surpreenda, mas nem de longe eu imaginaria que ela me surpreendesse de tal forma. 2012 foi um ano de perdas e ganhos para mim, mas acima de tudo foi um ano de mudanças. Em seis meses eu mudei mais do que imaginava ser capaz e ganhei mais do que julgava merecer e não me refiro apenas a livros (mesmo não negando ter ganhado muitos deles esse ano), é de amigos que eu falo. Conheci muita gente boa esse ano. Fiz amizades verdadeiras, independente de distância (não preciso citar nomes, vocês saberão quem são), realizei sonhos antigos e recentes. E um dos melhores presentes é esta página onde hoje vos escrevo; Meu filho, o Viajante Literário. Um blog que eu, há exatos seis meses, criei com o intuito de compartilhar minhas ideias, opiniões e loucuras, além de, é claro, receber e aprender com as opiniões de vocês. E não é que deu certo? Obrigado a cada um de vocês, que me acolheram tão bem durante esses seis meses de Viajante Literário. Isso aqui não seria nada sem vocês. Eu nem sequer sou capaz de descrever o quão feliz eu fico a cada comentário e visita que vocês me fazem e a isso eu sou imensamente grato. Nunca tive a obtenção de me tornar famoso ou coisa do gênero. Eu nunca quis apenas leitores ou seguidores. Eu quero amigos e, felizmente, dia após dia me deparo com o surgir deles. Meu muito obrigado a você que está lendo agora. E, embora eu esteja tentando fugir do clichê, não poderia deixar de lhes desejar Boas Festas! 
Esse não é o último post de 2012, mas adianto que será um prazer ter vocês por aqui em 2013, que com um pouco de sorte e muito esforço será um ano ainda melhor e surpreendente para cada um de nós. E se o mundo acabar hoje; Eu morrerei muito feliz.

Assim me despeço, com a promessa de voltar e o coração cheio de alegria.

16 dezembro 2012

Correeeios #3


Olá, Viajantes!
Como prometi anteriormente eu finalmente gravei o novo vídeo da sessão CORREEEIOS!, que por sinal, está GIGANTESCO. Tentei ser breve e por isso esqueci de citar algumas novidades importantes que seguirão logo abaixo da interminável lista. O Viajante Literário tem dois novos autores parceiros e tenho três blogs super interessantes para mostrar para vocês. Também arrumei um tempo para atualizar - e melhorar - o Índice de Resenhas, as Sessões e, obviamente, as Parcerias. Além, é claro, de duas outras novidades super bacanas. Mas então, deixem-me parar de tagarelar e lhes deixar assistir o vídeo, sim?


















AUTORES PARCEIROS



       LAUREN KATE (Autora da Série Fallen)
Rubens Conedera (Autor de Carmela e Lorenzo)


BLOGS PARCEIROS


Nem só de escrever vivem os blogueiros, afinal, nós também amamos ler os blogs alheios e "trocar figurinhas", como gosto de chamar. E hoje vou falar sobre três singulares que que me encantam. O primeiro dele é o Dose Literária, que na verdade é um Clube do Livro criado por cinco garotas incríveis, cada uma com sua própria característica única que traz toda uma originalidade ao blog que, por sinal, visito sempre que consigo uma brechinha em meio à correria diária. Uma delas, a Eni Miranda, tem o dor de sempre me deixar feliz com seus comentários e honestidade ímpares. Então, não percam tempo e conheçam esse blog incrível que eu super recomendo!


Há também o Bunny Books, blog da Priscila Boltão, citado no vídeo acima. A Priscila, além de uma de minhas melhores amigas, escreve muito bem e coordena o blog de uma forma bem legal. Inclusive, está sempre que pode atualizando sua listinha de "Adote um livro", onde ela se disponibiliza a dar um novo lar à livros e gibis que não cabem mais na estante. Vale muito a pena fazer uma visitinha, então, o que estão esperando?  

   

E por último, porém não menos importante tem o Fascínios Literários, o blog do Henrique Morais, também citado no vídeo, onde você pode conferir resumos e promoções de livros, alguns deles nacionais (que são meus xodós) e também vale a visita.

 

OUTRAS NOVIDADES!


Bom, como eu disse lá em cima tem duas outras novidades que estou bem feliz de compartilhar com vocês, a primeira é que o Viajante Literário faz parte do Juri Técnico do Destaques Literários 2012, que é uma votação bem legal da qual falarei mais essa semana num post especial, mas que você já pode conferir (e votar em seus livros favoritos!) desde já.


E, para os que ainda não repararam no banner lateral do sorteio, a promoção de A Culpa é das Estrelas já está rolando! Então, corre lá e participa! BOA SORTE! 


Assim me despeço, com a promessa de voltar.